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terça-feira, 16 de julho de 2013
Bricando e aprendendo em ambiente hospitalar: - Pedagogia Hospitalar.
pedagogia hospitalar: Pedagogia Hospitalar em Porto Seguro 2012 Projeto:...: Mariza Ferreira O projeto "Brincando e Aprendendo no Ambiente Hospitalar -2012 ", Apresenta a Semana das Crianças Hospitalizadas...
domingo, 7 de julho de 2013
O POVO ESTÁ VENDO A FORÇA QUE TEM
O POVO ESTÁ VENDO A FORÇA QUE TEM
Em
tempos de luta por Direitos Sociais, as Metrópoles sempre iniciaram as
mobilizações pelo grande número de Universitários a maioria, das mais variadas
cidades vizinhas e do interior. Esse é um fato histórico, e as mobilizações
pelo passe livre em São
Paulo, pelos 0,20 centavos de aumento na passagem do ônibus
no Rio, mostram que os nossos novos Cientista Sociais, estão tendo a coragem de
ir para as ruas protestar contra a exploração que o povo vem sofrendo, nos coletivos
urbanos, retrato de um Brasil desfigurado.
À
medida que as Manifestações aumentam e se alastram Brasil afora; mais
reacionária e arbitrária vão ficando as forças Militares, no seu papel usual de
reprimenda. E os jovens, mais uma vez na nossa história, são rotulados de
rebeldes sem causa, pelo nosso Governo, que foi eleito em sua maioria, pelo
voto dos eleitores de 16 anos e sedentos de mudanças. Com isso, essa juventude
chamada “geração vinagre” (antídoto contra pimenta em spray), esguichada nos
olhos, com toda a truculência peculiar aos nossos militares, vai ganhando as
ruas no país que vai sediar a Copa do Mundo; mas, não acabou com a miséria,
onde a Saúde está na UTI, com o analfabetismo e quem não tem condições de fazer
num “puxadinho”; paga aluguel ou sobrevive de improvisação nas ruas.
Com
toda essa ebulição social, o povão está aderindo aos protestos, todos,
indignados com a pressão que o Imperialismo agonizante faz aos Governos
subalternos e capachos do FMI. O Capital está sofrendo uma grande crise, pois
vêm aplicando medidas cada vez consumistas, para um Mercado de Trabalho que ele
criou e que agora, quer arrochar em todo
Planeta. E como falta investimento no
campo, onde somente os grandes latifúndios exploram o solo com Monocultura, a
produção de gêneros alimentícios vem caindo. E como tudo no Capital visa
Mercado, reforçando o setor Terciário, fica uma pergunta: Se a política sanguessuga
persistir; a situação econômica e social
ficará insustentável.
Porém, com os
protestos gigantescos no Brasil, e todos estão lutando por direitos básicos e
essenciais, além da participação ativa do povo na política, que elege os
parlamentares e esses, em sua maioria, simplesmente ignoram a população se
aproveitando de um mandato que lhes foi delegado para usurparem os cofres públicos, e desconhecendo a realidade
brasileira, que certamente mudará seu rumo daqui para adiante.
É bom lembrar
que o Imperialismo está começando a enferrujar e que em todo mundo há lutas de
classes, pois os Capitalistas que não querem perder nunca, jogam os pesados
ônus de sua política econômica/social, que arrocham sempre os trabalhadores.
Assim, podemos
prever o resultado desse embate, que para os trabalhadores é questão de
sobrevivência e para a burguesia de não perder uma fatia do queijo. Acredito,
mesmo que eu não possa ver, numa sociedade pautada na Justiça e Igualdade para
os que trabalham e mantém toda a riqueza da terra!
Juventude!
VAMOS À LUTA!
Tânia Maria da
Silva
ALDEIA DE ÍNDIOS GUARANIS Tekoa Mboy-Ty EM NITERÓI- RJ - BRASIL
ALDEIA DE ÍNDIOS GUARANIS Tekoa Mboy-Ty EM NITERÓI- RJ - BRASIL
Visitei
a aldeia de índios guaranis Tekoa Mboy-Ty, numa ilha entre Camboinhas e Itaipu,
Niterói- RJ, em janeiro último e conheci um pedacinho de nossa história; são
índios dissidentes de Parati que ocupara a pequena ilha em 2008. E embora a
área seja considerada de Preservação Ambiental, a especulação Imobiliária vive
de olho naquelas terras, em que habitam 32 famílias, com muitas crianças. Tendo
acontecido um incêndio criminoso em 2011, mas a população resiste e convive
entre modernidades como: celular, antena de TV, sendo que para sobreviverem
trabalham o artesanato, têm uma tenda onde é vendido coca-cola, em meio a fotos
de índios e artefatos de caça e pesca. Com índias degustando cachimbos e
crianças circulando na área.
Na
questão da Educação, os índios agora estão sendo preparados para dar aula para
o seu povo; onde o tupi-guarani é a língua mãe e o português a segunda, tendo
disciplinas voltadas para o resgate cultural da tribo. (Tania Maria da Silva - janeiro - 2012)
Por Vera Moll
Meu próximo projeto de
livro tem como tema os índios brasileiros, assunto que venho pesquisando
intensamente nos dois últimos anos. Pois, no sábado, 13 de setembro, fizemos um
passeio inusitado: fomos a Niterói para as festividades de reinauguração da
Aldeia Guarani Tekoa MBoy-Ty e para lançamento do Centro de Cultura
Tupi-Guarani de Camboinhas. A área é considerada de Preservação Permanente
porque tem um sítio arqueológico de mais de 8 mil anos, onde viveram os homens
pré-históricos e os ancestrais indígenas.
A aldeia Guarani Tekoa MBoy-Ty Ffica um platô, no final da praia, num local cercado de sítios arqueológicos: os sambaquis. O que são sambaquis? Segundo Pedro Paulo Funaro a palavra significa mariscos em Tupi. Antigos habitantes do Brasil que viviam no litoral e nas margens dos rios comiam os mariscos e jogavam fora as conchas que iam se empilhando. Os montes de conchas iam crescendo e acabavam adquirindo a forma de colinas. “Essas populações guardavam as valvas dos mariscos mais abundantes (ostras, mexilhão, berbigão) acumulando-as em plataformas sobre as quais instalavam suas residências e sepultavam seus mortos” (André Prous).
Segundo o índio Guarani Joaquim, com quem conversamos, a aldeia é composta por 60 pessoas. Em Camboinhas eles têm água doce, peixe na lagoa, a terra não é boa, mas a prefeitura cedeu uma área próxima para que eles possam plantar. Os sambaquis fazem dali um local sagrado, e como bem salientou o cacique Darcy no seu discurso, a FUNAI os ajudou a transferir a aldeia de Paraty para Niterói porque ali existe um cemitério de seusancestrais.
Presentes e participando da cerimônia de inauguração, índios Guajajara de uma aldeia amiga do Maranhão. Seu líder e pajé alertou para a necessidade de preservação da cultura e, dirigindo-se enfaticamente aos índios que vivem e estudam na cidade, disse que esta cultura data de muito antes de 1500: “Não podemos perder nossa cultura, nossa cultura está no maracá”.
Fomos, alguns de nós, agraciados com a bênção do pajé, o que fez do encontro uma comunhão de dons espirituais.
Bibliografia:
Os Antigos Habitantes do Brasil
Prous, André. 2006, Jorge ZAHAR Editor
A aldeia Guarani Tekoa MBoy-Ty Ffica um platô, no final da praia, num local cercado de sítios arqueológicos: os sambaquis. O que são sambaquis? Segundo Pedro Paulo Funaro a palavra significa mariscos em Tupi. Antigos habitantes do Brasil que viviam no litoral e nas margens dos rios comiam os mariscos e jogavam fora as conchas que iam se empilhando. Os montes de conchas iam crescendo e acabavam adquirindo a forma de colinas. “Essas populações guardavam as valvas dos mariscos mais abundantes (ostras, mexilhão, berbigão) acumulando-as em plataformas sobre as quais instalavam suas residências e sepultavam seus mortos” (André Prous).
Segundo o índio Guarani Joaquim, com quem conversamos, a aldeia é composta por 60 pessoas. Em Camboinhas eles têm água doce, peixe na lagoa, a terra não é boa, mas a prefeitura cedeu uma área próxima para que eles possam plantar. Os sambaquis fazem dali um local sagrado, e como bem salientou o cacique Darcy no seu discurso, a FUNAI os ajudou a transferir a aldeia de Paraty para Niterói porque ali existe um cemitério de seusancestrais.
Presentes e participando da cerimônia de inauguração, índios Guajajara de uma aldeia amiga do Maranhão. Seu líder e pajé alertou para a necessidade de preservação da cultura e, dirigindo-se enfaticamente aos índios que vivem e estudam na cidade, disse que esta cultura data de muito antes de 1500: “Não podemos perder nossa cultura, nossa cultura está no maracá”.
Fomos, alguns de nós, agraciados com a bênção do pajé, o que fez do encontro uma comunhão de dons espirituais.
Bibliografia:
Os Antigos Habitantes do Brasil
Prous, André. 2006, Jorge ZAHAR Editor
Texto publicado por Vera Moll em http://veramoll.blog.terra.com.br/
Funaro, Pedro Paulo.
2000 Editora UNESP.
O Brasil antes dos brasileiros
Prous, André.
2006, Jorge ZAHAR Editor
O Brasil antes dos brasileiros
Prous, André.
2006, Jorge ZAHAR Editor
Texto publicado por Vera
Moll em http://veramoll.blog.terra.com.br/
Como enfrentar o caos interior?
Como enfrentar o caos interior?
Sair da
“Zona de Conforto” que nos acaricia e que cegamente nos recolhe de um exterior árido com enorme desafios; é desconcertante,
acontecendo somente quando algo acontece e nos tira do entorpecimento cerebral.
Só o fazem com frequência, os bebês, mesmo assim só quando estão sentindo dor ou
com as fraldas molhadas.
Vamos nos
anulando na maioria das vezes, para convivermos com o que negamos, acomodando-
nos à rotina que não estava nos sonhos infantis e juvenis, que só de lembrar
nos dá um brilho diferente ao olhar e uma incomparável leveza na alma.
Mas ser
“gente grande” se parece muito com vestir uma máscara de soldado britânico, ser
o dono da verdade, o provedor, a dona de casa exemplar no lar e profissional
num Mercado que a cada dia suga mais as energias, com remuneração incompatível
com os gastos dos trabalhadores.
Nesse
contexto, as crianças são criadas para serem eficientes e eficazes no mercado
de trabalho. Enfim, vivemos hoje, o “boom” das capacitações profissionais e
como muito bem quer o Capital, adormecidos em nossas emoções. Falar sobre o
amor, é sempre um assunto “piegas’, fora do contexto entre outros adjetivos,
pois a maioria das pessoas sente vergonha de expor os seus sentimentos, e vamos
assim engessando as nossas almas.
Sair da
Zona de Conforto, nos traz o caos, fazendo-nos ficar “dentro do redemoinho”,
mas perceber que só vamos conseguir muda a rota dos acontecimentos externos se
começarmos a mudar a nós mesmos.
A Revolução
verdadeira começa em nossa cérebro e então veremos que a Liberdade está dentro
de nós mesmos.
Tania Maria da Silva
sábado, 29 de junho de 2013
Amor de todo dia: O que as Mulheres amam ouvir.
Amor de todo dia: O que as Mulheres amam ouvir.: Palavras muito melosas não funcionam com as mulheres de hoje. Você tem que ser você mesmo, espontâneo, natural, engraçado, do seu jeitão ori...
quinta-feira, 27 de junho de 2013
O ser humano e seu inacabamento
Estamos em constante reconstrução
Segundo o
filósofo francês Edgar Morin (2003, p. 19), todo conhecimento comporta o risco
do erro e da ilusão, não sendo esse um espelho das coisas do mundo externo.
Assim, todas as percepções são; ao mesmo tempo. Traduções e reconstruções
cerebrais, com base em estímulos ou sinais captados e decodificados pelos
sentidos. Daí resultam os erros de nossa percepção, através dos cinco sentidos
e da leitura que cada ser humano faz do mundo exterior. Surgindo desse modo,
“os numerosos erros de concepção e de
idéias que sobreveem a despeito de nossos controles racionais. Assim Morin
afirma o seguinte:
“ Erro e ilusão parasitam a mente humana desde o
aparecimento do Homo sapiens. Quando consideramos o passado, inclusive recente,
sentimos que foi dominado por inúmeros erros e ilusões” Morin (2003 p. 19)
O Filósofo e pesquisador Michel Foucault
(1926-1984), herdeiro do Método “GENEALÓGICO”
do polêmico Filósofo Nietzsche, nascido na Prússia em 1844; enfatizando
que o nosso modo de pensar sobre nós mesmos é finito. Tal idéia é primeiramente
na observação sobre os filósofos, no
livro “Humano Demasiadamente Humano”:onde ele expõe seu pensamento:
“Eles pensam no Homem
como uma “aeterna verita”, (uma verdade eterna), como alguma coisa que
permanece constante no meio de todos os fluxos, como uma medida segura das
coisas.(...) nada mais são que um testemunho sobre o Homem do período
limitado.” Nietzsche (www.editoraescala.com.br).
Para finalizar, apesar de faltar
uma gama de outros pensadores, como Karl Marx, por exemplo, que me proponho a
pesquisar e registrar a sua obra na minha vida, tenho a abordagem de Paulo
Freire, por ser Educador e pelo contexto social, dentro das esquerdas brasileiras.
E seu
livros Pedagogia da Autonomia, Freire, fala não somente aos docentes, mas a
todas as pessoas, pois trata-se de uma visão aberta de liberdade e da eterna
busca por conhecimentos pelo ser humano. Criticando a malvadeza neoliberal, que
impões sua ideologia fatalista em detrimento do sonho e da utopia e da
necessidade do profissional em Educação, abrir novos caminhos de conhecimento
para os alunos.
Também,
Freire nos diz sobre a possibilidade de erros de interpretação:
“Quem observa o faz
de um certo ponto de vista, o que não situa o observador em erro.O erro na verdade, não é ter um certo
ponto de vista, mas absolutilizá-lo e desconhecer que, mesmo do acerto de seu
ponto de vista é possível que a razão
ética nem sempre esteja com ele” FREIRE (2010. p.15)
De acordo com o posicionamento desses
Pensadores supra citados, conclui-se que todos eles abordaram no
inacabamento do ser humano, que caminha
em busca de uma verdade absoluta, que inexiste. Pois o que altera a atitude
externa, é a forma de compreensão interna, que é individual, mas na medida há
interação humana, e aceitação e/ou negociação dos que estão ao nosso redor, há
possibilidade de acordo com pessoas e fatos
afins.
Percebendo
que estamos sempre nos reconstruindo, o eterno “Devi”, vir a ser.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Biografia de Karl Marx
Karl Marx Pequeno relato de sua vida
Filósofo e revolucionário alemão
Biografia de Karl Marx:
Karl Marx (1818–1883) foi filósofo e revolucionário alemão. Criou as
bases da doutrina comunista, onde criticou o capitalismo. Sua filosofia
exerceu influência em várias áreas do conhecimento, tais como
Sociologia, Política, Direito, Teologia, Filosofia, Economia, entre
outras.
Karl Marx (1818-1883) nasceu em Trèves, cidade ao sul da Prússia Renana,
na fronteira da França, no dia 5 de maio de 1818. Filho de Herschel
Marx, advogado e conselheiro da justiça, descendente de judeu, era
perseguido pelo governo absolutista de Frederico Guilherme III. Em 1835
concluiu o curso ginasial no Liceu Friedrich Wilhelm. Ainda nesse ano e
boa parte de 1836, Karl estudou Direito, História, Filosofia, Arte e
Literatura na Universidade de Bonn.No final de 1836, vai para Berlim, onde se propagam as ideias de Hegel, destacado filósofo e idealista alemão. Marx se alinha com os "hegelianos de esquerda", que procuram analisar as questões sociais, fundamentados na necessidade de transformações na burguesia da Alemanha. Entre 1838 e 1840, dedica-se a elaboração de sua tese, em busca de um cargo de professor. Em 1841, na Universidade de Iena, apresenta o trabalho "A Diferença Entre a Filosofia da Natureza de Demócrito e a de Epicuro".
Por motivos políticos, Karl não é nomeado, as universidades não aceitam mestres que seguem as ideias de Hegel. Desiludido, dedica-se ao jornalismo. Escreve artigos para os Anais Alemães, de seu amigo Arnold Ruge, mas a censura impede sua publicação. Em outubro de 1842, muda-se para Colônia, e assume a direção do jornal Gazeta Renana, mas logo após a publicação do artigo sobre o absolutismo russo, o governo fecha o jornal.
Em julho de 1843, casa-se com Jenne, irmã de seu amigo Edgard von Westphalen. O casal muda-se para Paris, onde junto com Ruge funda a revista "Anais Franco Alemães", onde publica os artigos de Fredrich Engels. Marx publica "Introdução à Crítica da Filosofia do Direito de Hegel" e "Sobre a Questão Judaica". Ingressa numa sociedade secreta, mas é expulso da cidade.
Publica em 1848 o "Manifesto Comunista", onde já esboça suas principais idéias com a luta de classes e o materialismo histórico. Em fins de 1844, Marx começa a escrever para o "Vornaerts" em Paris. As opiniões desagradam o governo de Frederico Guilherme V, imperador da Prússia, que pressiona o governo francês a expulsar os colaboradores da publicação, entre eles Marx e Engels. Em fevereiro é obrigado a sair da França. Vai para Bélgica.
Dedica-se a escrever teses sobre o socialismo e mantém contato com o movimento operário europeu. Funda a "Sociedade dos Trabalhadores Alemães". Junto com Engels, adquirem um semanário e se integram à "Liga dos Justos", entidade secreta de operários alemães, com filiais por toda a Europa. No 2º Congresso da Liga, são solicitados para redigir um manifesto. Com base no trabalho de Engels, Os Princípios do Comunismo, Marx escreve o "Manifesto Comunista", que envia para Londres em Janeiro de 1848.
Na obra, Karl critica o capitalismo, expõe a história do movimento operário, e termina com um apelo pela união dos operários no mundo todo. Pouco tempo depois, Karl e sua mulher são presos e expulsos do Bélgica. Depois de vários exílios e privações, finalmente se instalam em Londres. Apesar da crise, em 1864 funda a "Associação Internacional dos Trabalhadores, em Londres" que fica conhecida como "Primeira Internacional". Com a ajuda de Engels, publica em 1867, o primeiro volume de sua mais importante obra, "O Capital", em que sintetiza suas críticas à economia capitalista.
Ao escrever "Crítica ao Programa de Gotha", condena o programa que o partido socialista alemão adotara em 1875. As teorias de Marx influenciaram a Revolução Russa de 1917, teóricos e políticos como Lênin, Trotski, Stalin e Mao Tsé-Tung. Assim, sua doutrina esteve presente em vários países, como a extinta URSS, a China e Cuba.
Karl Heinrich Marx morreu em Londres, no dia 14 de março de 1883, em consequência de uma bronquite e de problemas respiratórios.
Informações biográficas de Karl Marx:Data do Nascimento: 05/05/1818
Data da Morte: 14/03/1883Nasceu há 195 anos
Morreu aos 64 anos
Morreu há 130 anos
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