quinta-feira, 15 de março de 2012

Receita para viver bem


O  IMPORTANTE  É  O AMOR
Uma mulher saiu de sua casa e viu três homens com longas barbas brancas sentados em frente a sua casa. Ela não os reconheceu.
Ela disse: Acho que não os conheço, mas devem estar com fome.
Por favor, entrem e comam algo.
- O homem da casa está? Perguntaram.
- Não, ela disse, está fora. Então não podemos entrar - eles responderam.
A noite quando o marido chegou, ela contou-lhe o que aconteceu.
- Vá diga que estou em casa e convide-os a entrar. A mulher saiu e convidou-os a entrar.
- Não podemos entrar juntos. Responderam. Por que isto ? Ela quis saber. Um dos velhos explicou-lhe: - Seu nome é Fartura. Ele disse apontando um dos seus amigos e mostrando o outro, falou:
- Ele é o Sucesso e eu sou o Amor.
E completou: - Agora vá e discuta com o seu marido qual de nós você quer em sua casa.
A mulher entrou e falou ao marido o que foi dito. Ele ficou arrebatado e disse: - Neste caso, vamos convidar Fartura. Deixe-o vir e encher nossa casa de fartura. A esposa discordou: - Meu querido, por que não convidamos o sucesso? A filha mais velha do casal ouvia do outro canto da casa. Ela apresentou sua sugestão: - Não seria melhor convidar o Amor? Nossa casa então estará cheia de amor. Atentando para o conselho da cunhada, disse o marido para a esposa: - Vá lá fora e chame o Amor para ser nosso convidado.
A mulher saiu e perguntou aos três homens: - Qual de vocês é o Amor?  Por favor entre e seja nosso convidado.
O Amor levantou-se e seguiu em direção à casa. Os outros dois levantaram-se e seguiram-no. Surpresa a senhora perguntou-lhes:
- Apenas convidei o Amor, por que vocês entraram?
Os velhos homens responderam juntos: - Se você convidasse o Fartura ou o Sucesso, os outros dois esperariam aqui fora, mas como você convidou o Amor, onde ele for iremos com ele.
Onde há Amor, há também fartura e sucesso






quarta-feira, 14 de março de 2012

POR UM SER HUMANO INTERGEAL

Por um homem integral

Em pleno século XXI, na era da globalização nos deparamos com práticas profisionais ainda arcaicas e porque não dizer emperradas também. A educação em nosso país caminha a passos de tartaruga na prática, separando o que jamais se deveria, o saber laico, sem dogmas e hipocrisia. Com escolas destinadas para pobre e para rico nos primeiros segmoentos, mas, a Universidade Pública com carreiras de sucesso em que o sujeito possa assinar com dr., é para os poucos privilegiados que cursaram a escola particular, raríssimas exceções. Com relação as disciplinas, agora é a política governamental, tem se preocupado com interdisciplinaridades e temas transversais. Bem, mas se fôssemos falar de Educação no Brasil teríamos de abordar o tema num livro ou numa tese de Mestrado.
A Saúde em nosso país tropical, está no CTI, tal a carência na hora dos atendimentos, e isso não se restringe só aos órgãos públicos, pois os planos de saúde estão deixando muito a desejar. Tem muita gente com saudade daquele médico de família que fazia o tratamento integral e tinha um contato mais humano com os pacientes levando credibilidade e vendo o ser humano como um todo. Clara, que inspirados nos médicos de família cubanos, foi criado o nosso PSF Programa de Saúde da Família que com precariedade vêm desenvolvendo o seu papel, mas nada igual ao de Cuba que tem um médico residente em cada bairro, sempre acompanhado de um enfermeiro, para que a população tenha assistência integral. No Brasil é proibido ficar doente em Copa do Mundo, Carnaval, Reveillon e outras festas pois corre-se o risco de não haver profissionais de saúde de plantão nos Hospitais Públicos.
O grande problema que nos afeta é falta de conheciment; é separar o corpo humano, e cada médico cuidar de uma parte sem ter ao menos contato com o outro profissional que trata deste paciente. È separar a educação em disciplinas isoladas quando se pode fazer uma abordagem de matemática numa aula de português, além de outros exemplos. È separar as classes sociais, étnicas, religiosas a pretexto de um falso purismo ou preconceito.
Segundo o filósofo  Edgar Morin”...o conhecimento não pode ser algo reservado a uma eleite de estudiosos da epistemologia confinados num ensino restrito, filosófico. È algo que deve começar no ensino primário e prosseguir no secundário e continuar na Universidade”. Ainda seguindo a linha de raciocínio de Morin,  devemos pensar      de que  apesar pensarmos ser uma unidade fazemos parte da diversidade do Universo. È como se estivéssimos em uma teia finíssima e qualquer movimento unitário repercutisse no Todo. È bom que  passemos a olhar com cuidado para todas as questões pertinentes à Vida, pois estamos todos, numa bola que voa alucinadamente e da qual não temos nenhum controle. Cada atitude pessoal deve ser pensada, conscientemente pois somos nós os responsáveis pelo futuro do planeta e a educação é o maior meio de resgatarmos a nossa saúde física, espiritual e Global.

SER HUMANO INTEGRAL

Por um homem integral

Em pleno século XXI, na era da globalização nos deparamos com práticas profisionais ainda arcaicas e porque não dizer emperradas também. A educação em nosso país caminha a passos de tartaruga na prática, separando o que jamais se deveria, o saber laico, sem dogmas e hipocrisia. Com escolas destinadas para pobre e para rico nos primeiros segmoentos, mas, a Universidade Pública com carreiras de sucesso em que o sujeito possa assinar com dr., é para os poucos privilegiados que cursaram a escola particular, raríssimas exceções. Com relação as disciplinas, agora é a política governamental, tem se preocupado com interdisciplinaridades e temas transversais. Bem, mas se fôssemos falar de Educação no Brasil teríamos de abordar o tema num livro ou numa tese de Mestrado.
A Saúde em nosso país tropical, está no CTI, tal a carência na hora dos atendimentos, e isso não se restringe só aos órgãos públicos, pois os planos de saúde estão deixando muito a desejar. Tem muita gente com saudade daquele médico de família que fazia o tratamento integral e tinha um contato mais humano com os pacientes levando credibilidade e vendo o ser humano como um todo. Clara, que inspirados nos médicos de família cubanos, foi criado o nosso PSF Programa de Saúde da Família que com precariedade vêm desenvolvendo o seu papel, mas nada igual ao de Cuba que tem um médico residente em cada bairro, sempre acompanhado de um enfermeiro, para que a população tenha assistência integral. No Brasil é proibido ficar doente em Copa do Mundo, Carnaval, Reveillon e outras festas pois corre-se o risco de não haver profissionais de saúde de plantão nos Hospitais Públicos.
O grande problema que nos afeta é falta de conheciment; é separar o corpo humano, e cada médico cuidar de uma parte sem ter ao menos contato com o outro profissional que trata deste paciente. È separar a educação em disciplinas isoladas quando se pode fazer uma abordagem de matemática numa aula de português, além de outros exemplos. È separar as classes sociais, étnicas, religiosas a pretexto de um falso purismo ou preconceito.
Segundo o filósofo  Edgar Morin”...o conhecimento não pode ser algo reservado a uma eleite de estudiosos da epistemologia confinados num ensino restrito, filosófico. È algo que deve começar no ensino primário e prosseguir no secundário e continuar na Universidade”. Ainda seguindo a linha de raciocínio de Morin,  devemos pensar      de que  apesar pensarmos ser uma unidade fazemos parte da diversidade do Universo. È como se estivéssimos em uma teia finíssima e qualquer movimento unitário repercutisse no Todo. È bom que  passemos a olhar com cuidado para todas as questões pertinentes à Vida, pois estamos todos, numa bola que voa alucinadamente e da qual não temos nenhum controle. Cada atitude pessoal deve ser pensada, conscientemente pois somos nós os responsáveis pelo futuro do planeta e a educação é o maior meio de resgatarmos a nossa saúde física, espiritual e Global.

quarta-feira, 7 de março de 2012

terça-feira, 6 de março de 2012

Essas cidades de interior!!!!!!!!!Coisas de Purilânia Crônica Hoje, um lindo dia de sábado, céu azul, sol e folga, verão de 2011, pipoco de uma lado para outro no meu apartamento que se tornou grande demais, após a saída de meus 2 filhos e a morte do meu pai. É lindo o dia sim porque estou de folga do trabalho e da faculdade, duas ocupações que abracei uma por necessidade e a outra por puro amor. Faço pedagogia porque acredito nos nossos jovens do futuro, sem falso moralismo, questionadores, inovadores ou obsoletos que teimem em seguir regras ditadas pela mídia, mas ainda estão em estado de ebulição e é isso que move o Universo, o movimento. Mas foi para falar de outro assunto que interrompi a tão famosa faxina de casa no sábado e sentar em frente ao micro para escrever antes que o assunto fugisse da minha memória. Agora é assim, como não tenho nootbook, carrego aminha agendinha dentro da bolsa para todo lado, por falta de papel ou espaço em demasia, já virou até diário a coitadinha. E lá vai o meu registro de agora: Já perceberam como tem carro de som aqui em Purilândia (cidade fictícia)? E como fico fora durante a semana só consigo percebê-los no sábado. Sou de outra cidade, um pouco maior, em que esse tipo de propaganda é proibido, assim como colocar a loja toda na calçada para vender. Bem, mas vamos ao carro de som. Vamos tentar imaginar uma cena corriqueira das nossas ruas centrais. Primeiro um determinado mercado com uma letra de música apelativa, “se ta faltando o calçado, o arroz e o feijão”...”tá faltando até dinheiro” vem pro ...que é bom”; uma pergunta? É mercado, assistência social ou mesmo um banco? Tem o homem da voz esquisita que anuncia forró e diz: “vai lá!”, esporadicamente o filho do gogó de ouro prevenindo sobre a dengue, a moça da rádio FM dá o charme para o anuncio das boutiques. E as motocicletas também fazem a sua vez. Agora me perdoem os sérios, mas o mais engraçado aqui é anuncio de falecimento; fundo musical, música da vitória do Airton Senna. Que vem fora imagina uma coisa grandiosa, mas para brochar qualquer D. Juan, lá vem o locutor com o tom fúnebre, o carro rodando, a música tocando e ele falando. Diz o nome da mulher dos filhos, “as vezes uns doze, e o carro rodando, a gente vai esticando o pescoço para ouvir o nome do falecido e que nada, então ele dobra a esquina e diz “Comunicamos o falecimento de....” aí tenho que esperar o carro passar de novo para saber quem morreu...coisas de Purilândia. Percebi que esses carros de som aqui são chic de doer, pobre não tem dessas coisa não, morreu, alguém coloca no espaço de utilidade pública da rádio AM para que os parentes da roça possam ouvir. Mas já viu como é rápido avisar que o parente está lá esticadão rapidinho. Põe no carro de som, música da vitória do Airton e lá se vai mais um para o Pódio. Se eu morrer por aqui peço a minha família que exija a música Silencio e ponto final. Tânia Maria da Silva Cursando Licenciatura em Pedagogia no ISE


Coisas de Purilânia
 
Hoje, um lindo dia de sábado, céu azul, sol e folga, verão de 2011, pipoco de uma lado para outro no meu apartamento que se tornou grande demais, após a saída de meus 2 filhos e a morte do meu pai. É lindo o dia sim porque estou de folga do trabalho e da faculdade, duas ocupações que abracei uma por necessidade e a outra por puro amor. Faço pedagogia porque acredito nos nossos jovens do futuro, sem falso moralismo, questionadores, inovadores ou obsoletos que teimem em seguir regras ditadas pela mídia, mas ainda estão em estado de ebulição e é isso que move o Universo, o movimento.
            Mas foi para falar de outro assunto que interrompi a tão famosa faxina de casa no sábado e sentar em frente ao micro para escrever antes que o assunto fugisse da minha memória. Agora é assim, como não tenho nootbook, carrego aminha agendinha dentro da bolsa para todo lado, por falta de papel ou espaço em demasia, já virou até diário a coitadinha. E lá vai o meu registro de agora: Já perceberam como tem carro de som aqui em Purilândia (cidade fictícia)? E como fico fora durante a semana só consigo percebê-los no sábado.
            Sou de outra cidade, um pouco maior, em que esse tipo de propaganda é proibido, assim como colocar a loja toda na calçada para vender. Bem, mas vamos ao carro de som. Vamos tentar imaginar uma cena corriqueira das nossas ruas centrais. Primeiro um determinado mercado com uma letra de música apelativa, “se ta faltando o calçado, o arroz e o feijão”...”tá faltando até dinheiro”  vem pro ...que é bom”; uma pergunta? É mercado, assistência social ou mesmo um banco? Tem o homem da voz esquisita que anuncia forró e diz: “vai lá!”, esporadicamente o filho do gogó de ouro prevenindo sobre a dengue, a moça da rádio FM dá o charme para o anuncio das boutiques. E as motocicletas também fazem a sua vez. Agora me perdoem os sérios, mas o mais engraçado aqui é anuncio de falecimento; fundo musical, música da vitória do Airton Senna. Que vem fora imagina uma coisa grandiosa, mas para brochar qualquer D. Juan, lá vem o locutor com o tom fúnebre, o carro rodando, a música tocando e ele falando. Diz o nome da mulher dos filhos, “as vezes uns doze, e o carro rodando, a gente vai esticando o pescoço para ouvir o nome do falecido e que nada, então ele dobra a esquina e diz “Comunicamos o falecimento de....” aí tenho que esperar o carro passar de novo para saber quem morreu...coisas de Purilândia.
            Percebi que esses carros de som aqui são chic de doer, pobre não tem dessas coisa não, morreu, alguém coloca no espaço de utilidade pública da rádio AM para que os parentes da roça possam ouvir. Mas já viu como é rápido avisar que o parente está lá esticadão rapidinho. Põe no carro de som, música da vitória do Airton e lá se vai mais um para o Pódio. Se eu morrer por aqui peço a minha família que exija a música Silencio e ponto final.





Tânia Maria da Silva
Cursando Licenciatura em Pedagogia no ISE

Dicurso político de Verídica


Discurso de uma candidata à Câmara Municipal de Purilândia
Candidata à vereadora: Sr. Verídica da Silva


            Povo purilandense; estou aqui na “qualidade” de candidata a uma vaga para vereança do município. Enquanto mulher, trabalhadora, cumpridora dos meus deveres, vindo de uma família tradicional que perdeu o poder econômico, mas que preserva os valores éticos e morais, que serão a base da minha campanha, venho cumprimentá-los.
            Dirijo-me especificamente à mulher e ao homem trabalhador, moradores dos bairros periféricos onde vemos de verdade a dificuldade e a solidariedade entre as comunidades. Digo isso porque quando o sujeito tem que bater uma laje; lá participam os vizinhos, sob um sol ardente em troca de um cachorro quente e um refrigerante. Quando há uma briga entre mulheres, há uma aglomeração enorme de gente, ninguém  as separa por pura imparcialidade do povo. À tarde podem-se ver pessoas sentadas em bares e em frente às casas conversando, mais o que é mais legal é o churrasco em cima da laje, as peladas de fins de semana, não confundam, pelada é futebol amador; mas quanto ás outras peladonas, tem também, para todos os gostos e góstos.
            Porém não estou aqui para fazer discurso preconceituoso e elitista; minha plataforma política busca justamente dar mais atenção às comunidades carentes e para isso eleitores; conto com vocês nas urnas. Então, quando eleita, vou lutar por uma educação de qualidade, para que a Secretaria de Saúde  não produza mais doença que o sujeito já tem; como acabar com o stress na fila de emergência de pronto-socorro; das noites mal dormidas dos usuários do SUS para marcar consultas médicas e exames. Que o Programa Saúde da Família chegue antes do carro da funerária. Agora para relaxar, companheiros e companheiras; está faltando lazer para o povo; um forró, um pagodinho que a gente não vê mais nem em fundo de quintal, depois que apareceu a música eletrônica. Todo adolescente tem o seu MP3, MP4, MP5 e MPQP... È muito para o meu gosto; mas respeito já que os maiores de 16 anos também votam: som na caixa DJ!
            Na “qualidade” de mulher popular que sou, pretendo trazer as Escolas de Samba de volta ao nosso carnaval e resgatar essa festa popular, mesmo sabendo que por aqui no samba também tem divisão de classes, muito cacique para pouco índio. Verbas para um desfile de Escola de Samba, que pode ser ajudada pelo poder público sim, mas me perdoem a honestidade; as Escola de Samba tem botar o “bloco na rua” o ano inteiro para arrecadar fundos para um bom desfile. As comunidades vão adorar participar de eventos que promovam a sua escola favorita, com prestação de contas no final é claro.
            Ei... esperem! Estão fazendo sinal para mim, isso significa que eu já falei demais por hoje... Mas na próxima oportunidade terei mais coisas a dizer para os amigos e amigas de Purilândia.
Bem que a minha mãe sempre dizia pra mim:
-Verídica, você fala demais!
 Eu acho que não... estava só começando o meu discurso e estão me ameaçando cortar o microfone...até a próxima...


Tânia Maria da Silva